terça-feira, 14 de dezembro de 2010

3ª Proposta de Trabalho - Som

Nesta terceira e última proposta de trabalho de som tivemos que, partindo do poema "Queria de ti um país" de Mário Cesariny e de uma música à nossa escolha, criar um clip de som.
O poema foi gravado durante as aulas pelos alunos em que dada um usou a sua gravação para o seu trabalho.
Escolhi, para acompanhar este poema, a música "Cuckoo Cuckoo" dos Animal Collective por ser calma mas também um pouco agitada assim como o ritmo do próprio poema que é lento mas transmite uma mensagem de psicologicamente forte, de desilusão.

Passo então a apresentar o meu trabalho:

2ª Proposta de Trabalho - som

Nesta segunda proposta de trabalho foi-nos proposta a criação de um clip de som com cerca de 1 minuto a partir de um texto escolhido pelo professor:

 A Cidade
"Ao longe ouvia-se uma sirene que parecia uma velha a chorar.
 A multidão ia engolindo a sinfonia dos pássaros com ruídos de frenesim.
 No mercado, soltavam-se berros de pregão, coisas fortes como o fado.
 As máquinas - carros, guindastes, ... - misturavam-se com os bichos da cidade.
 A chuva e o vento tornavam-na imensamente prisional."

Apresento então de seguida o resultado do meu trabalho:

1ª Proposta de Trabalho - Som

Para dar início ao estudo do som na multimédia foi nos entregue uma prancha de banda desenhada para a qual nos foi proposta a criação de uma faixa de som.
Entre as onze pranchas disponíveis para escolha seleccionei a "Bouncer Vol.5 - O Fascínio das Lobas - Página 3" (apresentada mais a baixo) pela sua variedade de elementos, como os relógios, o cão e o próprio ambiente de festa do bar, que levariam a uma gama de diferentes sons.
O trabalho foi executado no programa Audacity com clips de som retirados de vários sites na Internet (como o grsites.com) e outros gravados directamente para o programa..


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

4ª Proposta de Trabalho - Fotografia Digital

Imagem original
Trabalho realista
Trabalho expressivo


Nesta quarta e última proposta de fotografia digital, dividida em duas fases, foi-nos entregue uma imagem de uma borracha. 
Partindo da ferramenta pincél do Photoshop, tivemos que a recriar realisticamente (1ªfase) e expressivamente (2ªfase).
Na segunda fase servi-me da ferramenta Magnetic Lasso para seleccionar as àreas cromáticas mais relevantes e, para as preencher, a ferramenta pincél e 
Paint Bucket. Com o fim de a tornar mais apelativa e aumentar a sua expressividade decidi criar uma mancha preta no plano de fundo contrastando com a faixa 
branca da borracha, realçando assim principalmente o cor-de-laranja.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

3ª Proposta de Trabalho - Fotografia Digital



Partindo do recorte da fotografia seleccionada para apresentação do blog foi-nos proposta a recriação da qualidade característica das captações dos primeiros fotógrafos. 
Para atingir esse fim tivemos disponíveis diversos tipos de manipulação digital como a dos seus valores lumínicos, contrastes, saturação cromática e nitidez.

2ª Proposta de Trabalho - Fotografia Digital



Após uma breve biografia do fotógrafo escolhido partimos para uma nova fase da proposta: criar um trabalho inspirando-nos no autor escolhido.

Como podemos notar nas fotografias presentes no post anterior Sandy Skoglund recriava ambientes (marioritariamente interiores) de locais e situações banais, como um fragmento de uma rotina diária ou de uma ocasião festiva (como é o caso do conjunto "The Cocktail Party"). 
Sendo esta uma proposta escolar e estando limitada ao recinto e periferias do nosso estabelecimento de ensino como locais de trabalho, fiz questão de representar um espaço relacionado com a minha experiência como aluna da ESEQ. Optei então por não ir muito longe e seleccionei a Biblioteca Luís Amaro por ser um local de estudo integrado no edifício escolar, pela sua moderada movimentação, pela sua flexibilidade na manipulação lumínica e pelo seu aspecto característico que pessoalmente aprecio.
Partindo agora para as características cromáticas das obras de Skoglund, nestas são usadas uma curta gama de cores. No entanto são estas o factor mais expressivo das suas obras devido à harmonia e relação de complementariedade que establecem assim como o modo como as dispôe, distinguindo sempre um conjunto de seres protagonistas do cenário que os rodeia. Por sua vez, nos casos em que a figura humana está presente, esta não sofre qualquer alteração cromática.
Optei então por usar no meu trabalho duas cores, verde para o cenário e vermelho para os objectos protagonistas, pela sua relação de contraste e pela sua expressividade.
Fiz questão de integrar na fotografia três figuras humanas (interpretadas por Sandrina Fernandes, Vera André e Soraia Silva) de modo a realçar o aspecto já mencionado que Skoglund lhes confere, na tentativa de aproximar o meu trabalho da sua linguagem plástica.
Sandy Skoglund tem como protagonistas perferidos para as suas instalações diferentes espécies de animais. Durante a selecção destes várias ideias surgiram, no entanto optei por livros por serem os principais constituintes de uma biblioteca. Para atenuar o óbvio facto de estes não serem seres vivos a solução foi dár-lhes uma característica de um qualquer animal, por exemplo voar.

Visto que Skoglund fotografa as instalações que constrói, e que inclusive por motivos de prazo da proposta não seria possível criar uma, este trabalho requis bastante manipulação digital o que me levou a praticar e aprender novos conteúdos nesse mesmo campo.

Tive muito gosto em executar este trabalho também por este retratar um pouco da minha vida escolar na ESEQ dado o local e as modelos escolhidas.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Sandy Skoglund - breve biografia

Sandy Skoglund é uma fotógrafa americana de instalação nascida a 11 de Setembro de 1946 em Quincy, Massachusetts.
Em 1972 começou a trabalhar em Nova Iorque como artista conceptual onde desenvolveu o seu gosto pela fotografia, documentando as suas instalações.
Entre 1973 e 1976 foi professora na Universidade de Hartford e, actualmente, ensina fotografia e instalação/multimédia na Universidade Rutgers em Nova Jersey.
Ao longo da sua carreira desenvolveu vários trabalhos como Radioactive Cats (1980), Sock Situation (1986), The Cocktail Party (1992), Shimmering Madness (1998) e Raining Pop Corn (2001), tendo sido expostos em museus como o Museu de Fotografia Comtemporânea, o Museu de Arte Moderna de San Francisco e no Instituto de Arte Dayton.


  
A Vingança dos Peixes Dourados (1981)


Radioactive Cats (1980)


Fox Games (1980)

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

1ª Proposta de Trabalho - Fotografia Digital

Foi-nos proposta a pesquisa e recolha de 20 fotografias, as quais foram individualmente classificadas de 1 a 5. Dentro das melhores classificadas tivemos que seleccionar apenas duas, uma para nós mesmos analisarmos e outra para enviarmos a um colega, no meu caso o Ivan (que foi devidamente escolhido pelo professor) que por sua vez também ficou encarregue de enviar uma das suas.
Passo então a apresentar as minhas críticas pessoais das fotografias escolhidas por mim e pelo meu colega, respectivamente.



 ROBERT DOISNEAU

Formalmente, os aspectos que mais aqui se impõem são, sem dúvida, a composição e o seu dinamismo. Estes resultam do enquadramento das personagens (que funcionam estruturalmente como linhas rectas verticais) com o ambiente circundante, chamando especial atenção ao recorte expressivo da ponte obtido através do contraste entre a calçada da ponte e a luminosidade do rio num plano recuado.
No entanto o ponto fulcral da fotografia é a figura no primeiro plano, especialmente a sua expressão, pela sua reacção espontânea e natural, reforçadas pela luminosidade do céu, do rio e do acordeão que leva consigo, que contrastam com o seu casaco e cabelo escuros.
Podemos também aqui encontrar diversas texturas como o liso (como é o caso da madeira polida do acordeão), o rugoso (como o tecido dos casacos), o líquido (no rio), o gasoso (no céu enevoado) e o sólido (na calçada de pedra e no corrimão de ferro).

Analisando agora os aspectos narrativos da imagem: nesta, a personagem apresentada em primeiro plano trata-se de uma acordeonista possivelmente a caminho ou de retorno de uma actuação.
Visto que outras suas imagens foram captadas numa compilação de Doisneau em Paris ( "Doisneau Paris"), presumo que esta também faça parte desse mesmo conjunto, presunção esta que devido ao local em questão penso fazer todo o sentido (não fosse Paris a capital da arte incluíndo obviamente a música, e o acordeão o favorito instrumento das ruas parisienses).
Podemos ainda notar na sua expressão algum cansaço e sonolência certamente devido à vida instável de músico que leva, e na constante atracção para o fundo da fotografia que lhe está submetida devido à sua postura em andamento, reforçado pela pose de espera da personagem em segundo plano.

Por detrás de toda esta narrativa subentendida e excelente composição, será impossível não reparar no forte carácter estético/poético da situação. O simples facto de Doisneau ter conseguido captar tal momento, tão espontâneo e natural, confere-lhe logo um carácter único, uma espécie de imortalização do momento, que o torna tão expressivo e um tanto onírico. Através do olhar compromissivo da acordeonista e da sua expressão relaxada olhando para o espectador, faz com que este, de certo modo, se sinta participante na própria fotografia como se estivesse estado presente no momento do disparo.


(autor desconhecido) 

O que nos desperta mais atenção nesta fotografia em termos formais é o forte contraste sombra/luminosidade. Este aspecto atinge o seu auge na apresentação do ponto fulcral da fotografia, as moedas, que através de uma sombra exagerada manipulada virtualmente (como me parece ser em todo o trabalho mas especialmente aqui) as realça da luminosidade da pele da mão (região que por sua vez contrasta com as extremidades da mesma).
Factor que também enriquece a composição é a expressividade das texturas apresentadas, com especial atenção para o contraste entre o cupro-níquel das moedas com a rugosidade da pele suja das mãos.
Falando agora da composição/enquadramento da imagem, esta é bastante simples devido ao seu carácter central (local do foco principal) não deixando de haver, no entanto, um certo dinamismo conferido pela direcção do pulso para a extremidade superior direita da fotografia e pela direcção dos dedos.

Quanto aos aspectos narrativos da imagem podemos facilmente deduzir o tema: a pobreza do trabalhador. A ideia de trabalhador é nos transmitida também através da farda apresentada mas principalmente pela sujidade e rugosidade das mãos, não fossem as mãos sujas e calejadas precisamente o símbolo do trabalhador. 
A moeda, o símbolo do poder económico, aqui adquire o significado contrário, a pobreza, devido ao seu escasso número e baixo valor monetário.

Estética e poeticamente, esta está carregada de uma forte carga emocional (realçada pelo forte contraste como já foi anteriormente referido). Podemos então, apesar do seu aspecto forte e rude, notar alguma fragilidade na postura da mão, uma fragilidade principalmente psicológica, mas também física, provavelmente devido ao cansaço de trabalhar.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

3ª Proposta de Trabalho - Tipografia



Foi-nos proposta a elaboração de um arranjo tipográfico com a frase "Um por todos e todos por um".

Partindo da junção do número e palavra, "1" e "um", desenvolvi o resto do trabalho tendo em conta o seu tamanho, as várias linhas negras por ela criadas (que serviram como linhas auxiliares da composição) e a mancha resultante no final do trabalho.

Optei por uma gama reduzida de cores, contrastantes, de modo a realçar o carácter lutador e objectivo da mensagem e aproveitei características das letras "T" e "p" para, ao prolongá-las, unindo-as a outras, uniformizar a mancha de texto.

Escolhi ainda, na última palavra, "UM", representá-la com recortes para estabelecer um paralelismo entre ele e o primeiro "UM".

O que mais dificuldade me causou neste trabalho foi a escolha da localização da letra "e", que ainda me causa dúvida.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

1ª Proposta de Trabalho - Tipografia




Como primeiro trabalho no campo da tipografia foi-nos proposta a elaboração de um possível logótipo para o grupo de cinema da ESEQ "8 e meio".

Ao longo de vários estudos tendi sempre para evidenciar o número "8" precisamente por ser um algarismo, facto que facilita a percepção da mensagem.
No trabalho em questão, optei por o realçar através da sua sobreposição com uma fonte diferente (que reproduz o aspecto gráfico da escrita manual de modo a criar um paralelismo com a vida escolar) e também através da sua diferênça de tamanhos e cores.
Para o restante texto, "e meio", escolhi uma fonte que pretende recriar o efeito gráfico das máquinas de escrever antigas, efeito o qual relaciono com século XIX, período importante do desenvolvimento da fotografia e do cinema. 
Como toque final, para equilibrar o peso exercido pelo "8", decidi realçar a palavra "meio" com uma faixa um pouco irregular, de cor mais clara que a do fundo e da fonte tanto para voltar a sugerir a ideia de escrita manual como para reforçar a própria ideia da palavra. 

Quanto ao plano de fundo, escolhi para este uma cor neutra, cinzento claro (o que me levou instintivamente a preencher o "8" posterior com um azul suave), e um formato perto do do cinema por óbvios motivos.

sábado, 2 de outubro de 2010

Recolha de Fontes


Na aula de OMB foi-nos proposta a pesquisa de três fontes a nosso gosto no site www.dafont.com.
Consoante as minhas preferências, optei por escolher fontes bastante diferentes umas das outras e que se adaptassem cada uma delas a diferentes fins.



quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Apresentação

Disparo de Vera Lazera André

Bem-vindos ao meu blog.
Aqui vão ser publicados durante o ano lectivo 2010/2011 os trabalhos realizados por mim na disciplina de Oficina de Multimédia B leccionada pelo professor António Boaventura Pinto na Escola Secundária Eça de Queirós.
Serão bem recebidas todas as opiniões e críticas construtivas.

Susana Ribeiro